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Governo estuda aumentar tributos para produtos importados em 2015

Seus eletrônicos poderão ficar mais caros no próximo ano. De acordo com a Folha de S.Paulo, o governo estuda a possibilidade de aumentar as alíquotas de PIS e Cofins que incidem sobre produtos importados. A medida é uma das que estão sendo avaliadas para tentar reequilibrar as contas públicas e faz parte de um pacote entregue à presidente Dilma Rousseff na semana passada, de acordo com o jornal.

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Além de aumentar o PIS e Cofins sobre os produtos importados, outra possibilidade é elevar os tributos dos cosméticos. O governo estudou aplicar as duas medidas no começo do ano, mas desistiu da ideia em ano eleitoral. Caso os tributos subam, a estimativa é que o governo arrecade mais R$ 5 bilhões em 2015 — uma pequena ajuda para as contas públicas, que registraram déficit primário de R$ 25,5 bilhões em setembro.

Atualmente, quando você compra um produto importado no Brasil, a mercadoria sofre uma tributação de 1,65% de PIS e 7,6% de Cofins. Sobre o valor também era acrescido o ICMS, mas o Supremo Tribunal Federal entendeu que a cobrança era inconstitucional. Com a decisão, houve perda de arrecadação significativa: entre 2006 e 2010, o governo havia arrecadado R$ 33,8 bilhões só por causa do cálculo do ICMS.

Os tributos de 9,25% do PIS/Cofins não incidem sobre produtos com produção nacional beneficiados pela Lei do Bem, que inclui smartphones de até R$ 1.500, modems e roteadores de até R$ 150 e computadores de até R$ 8.000. O benefício fiscal foi recentemente prorrogado pelo governo e vale até 31 de dezembro de 2018.

Fonte: http://www.tecnoblog.net
Via: CanalAduaneiro.com.br

Dólar cai ante real com expectativa de alta maior da Selic

O dólar fechou em queda ante o real na quarta-feira, com investidores se antecipando a uma possível aceleração do processo de aperto monetário pelo Banco Central nesta noite, o que pode atrair mais recursos externos para o mercado doméstico.

A expectativa é que o BC possa elevar a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, para 11,75 por cento ao ano.

O mercado aguardava também mais pistas sobre quais ações no campo fiscal serão tomadas para enfrentar o quadro de inflação alta e crescimento baixo pela nova equipe econômica da presidente Dilma Rousseff. O futuro do programa de intervenções diárias do BC também manteve-se no radar.

A moeda norte-americana caiu 0,74 por cento, a 2,5567 reais na venda, após atingir 2,5495 reais na mínima da sessão. Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de 1,5 bilhão de dólares.

Fonte: Reuters - notícia de 3.12.2014

Leia em:http://www.comexdata.com.br/index.php?PID=3004602#ixzz3KxxN39tn

Programa do Governo Dilma sobre portos pode ser refeito

Reproduzimos abaixo notícia publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo e que aborda a lamentável paralisia no setor portuário nacional. O Programa de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do Porto de Santos, o principal do País, não é implantado na prática e uma grande quantidade de órgãos públicos atravessam a competência uns dos outros, fazendo com que nada saia do papel.
A aprovação da Lei 12.815, publicada em junho do ano passado, movimentou todo o Congresso Nacional e ocasionou grandes polêmicas no setor portuário, mas foi de pouca utilidade até o momento. A nova lei foi anunciada como um grande programa de investimentos em portos e logística, o que não condiz com a realidade.
Perto de completar dois anos sem avançar nem uma milha náutica, o programa do governo da presidente Dilma Rousseff para portos públicos corre agora o risco de desmonte. Depois da pressa na largada, que levou o Congresso Nacional a protagonizar, no ano passado, a mais longa sessão de sua história para aprovar um novo marco regulatório ao setor, o plano está paralisado.
O golpe mais duro partiu do Tribunal de Contas da União (TCU), que anunciou a intenção de realizar, após o encerramento das eleições, uma audiência pública em Santos (SP), para discutir a remoção de terminais graneleiros instalados na chamada Ponta da Praia.
Isso sepultou as esperanças de haver qualquer avanço no programa para o setor ainda neste ano. E pode levar a uma revisão dos planos de leiloar as áreas do porto cujos contratos já estão vencidos.
“Risco, sempre há”, admite o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Mario Povia, que lamentou a perspectiva de mais demora.
“Mas acreditamos que o nosso trabalho é de alta qualidade e será mantido.” Otimismo à parte, cresce a impressão de que o programa precisará ser refeito num eventual segundo mandato de Dilma para conseguir avançar.
Um executivo do setor ouvido pelo jornal O Estado de S. Paulo, e que falou sob a condição de anonimato, acredita que a demora do Tribunal de Contas da União em liberar os leilões de arrendamento de área indicam “vontade política de não deixar acontecer”.
A pressa do governo na largada, avalia o executivo, levou a erros de projeto que deram justificativa a essa cautela. Assim, acredita ele, os entendimentos com o TCU poderão exigir mudanças profundas. “O que não dá é para ficar com os investimentos indefinidos.”
Além de mexer no programa de arrendamentos, pode haver alterações também no modelo institucional do setor. “Imagino que o governo esteja pensando em alterações pontuais na nova Lei dos Portos, que mal fez aniversário”, disse o advogado Luís Felipe Valerim Pinheiro, um especialista no tema, sócio do escritório Vella Pugliese Buosi e Guidoni. Ele acredita que as alterações serão pontuais. Mas pode haver, por exemplo, uma desconcentração do poder dado à Secretaria de Portos (SEP).
RecuoUm outro sinal de que o modelo pretendido originalmente pelo governo ficou em suspenso foi dado há alguns dias. A Secretaria de Portos transferiu ao governo de Santa Catarina, por um prazo de 25 anos, a administração dos portos de Imbituba e São Francisco do Sul.
É um caminho inverso ao defendido pelo governo em 2013, nas discussões da Lei dos Portos. Naquela época, a administração descentralizada, exercida pelas companhias docas, era tachada de ineficiente. “Sem dúvida, foi um recuo”, diz o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli.
Ele considera a mudança positiva. “Só espero que não criem uma empresa estadual em Santa Catarina para gerir os portos”, avalia. “Tem de buscar algo mais moderno, que não esteja sujeito a mudanças a cada quatro anos.”
Povia informou que a delegação dos portos para o Estado foi “uma decisão de política pública”. E lembrou que há outros portos hoje sob administração dos Estados, como São Sebastião (SP) e Suape (PE).
Plano BSem conseguir se entender com o TCU e oferecer ao mercado o arrendamento das áreas portuárias cujos contratos já venceram e não têm direito a renovação, o governo não viu alternativa a não ser estender os prazos, em caráter emergencial. Mas até nisso tem enfrentado problemas.
Povia contou que a diretoria da agência reguladora dos portos já aprovou 47 prorrogações de contratos vencidos. Mas só cinco foram adiante. “Alguns arrendatários estão se recusando a assinar”, disse.
Isso acontece porque a maioria deles já conseguiu na Justiça autorização para continuar operando, em caráter liminar. E, ao aderir ao plano proposto pela Antaq, eles estariam implicitamente reconhecendo que os contratos estão realmente vencidos – coisa que muitos pretendem discutir na Justiça.
O governo ainda tenta destravar os investimentos nos portos públicos de outra forma: renovando antecipadamente os contratos que têm direito a prorrogação. Povia informou que a já aprovou cinco projetos desse tipo, que envolvem compromissos de investimento de R$ 6,4 bilhões. Porém, esses processos estão parados na Secretaria de Portos.
Oficialmente, a SEP está fazendo uma análise técnica. Mas há, nos bastidores, preocupação com eventuais problemas no TCU.
Fonte: Enterface Engenharia Aduaneira por abead.org.br

Brasil trabalha para se tornar economia ágil, diz Fernando Pimentel

Em palestra para empresários e investidores americanos, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse que o Brasil trabalha para se transformar numa economia “ágil, com qualidade nos serviços públicos e privados”. “Esse é o passo que vamos dar nos próximos anos, depois de consolidarmos a democracia, estabilizarmos a economia e promovermos a inclusão social. O próximo consenso social é o da competitividade”, apontou. Pimentel participou hoje da conferência "Brazil Investment Day", promovida pelo Conselho de Relações Exteriores, em Nova York, nos Estados Unidos.

Para o ministro, um dos sinais da formação desse consenso é o empenho do governo e da sociedade em enfrentar os desafios logísticos e o grande investimento na educação. “Esses são pilares fundamentais para avançarmos rumo à condição de país desenvolvido”, analisou. Em sua fala, Pimentel citou o que considera os três consensos anteriores: a construção da democracia, a estabilização econômico-financeira e o processo de inclusão, mais recente. Pela manhã, o ministro participou de café da manhã com investidores no Conselho das Américas.

Fonte: MDIC

Dólar passa de R$ 2,28 e fecha no maior valor em mais de quatro anos


A expectativa em relação à reunião do Federal Reserve (Fed), Banco Central dos Estados Unidos, fez o dólar fechar no maior nível em mais de quatro anos. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (30) vendido a R$ 2,2805, com alta de 0,45%. O valor é o mais alto desde 1º de abril de 2009, quando a moeda norte-americana fechou em R$ 2,2810.

No mês, o dólar subiu 2,18%. Em 2013, a cotação acumula alta de 11,35%. A moeda norte-americana chegou a iniciar o dia em baixa, atingindo R$ 2,2655 na mínima do dia, por volta das 10h30. Nas horas seguintes, porém, o câmbio voltou a subir até superar a barreira de R$ 2,28.

Desde o fim de maio, o mercado financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Fed reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Ele poderá aumentar os juros e diminuir as injeções de dólares na economia global caso o emprego e a produção nos Estados Unidos mantenham o ritmo de crescimento e afastem os sinais da crise econômica iniciada há cinco anos.

A instabilidade piorou depois de Ben Bernanke, presidente do Fed, ter declarado, em 19 de junho, que a instituição pode diminuir a compra de ativos até o fim do ano, caso a economia dos Estados Unidos continue a se recuperar. Se a ajuda diminuir, o volume de moeda norte-americana em circulação cai, aumentando o preço do dólar em todo o mundo.

A reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Fed ocorre hoje (30) e quarta-feira (31). O encontro indicará se o Banco Central norte-americano pretende acelerar a retirada dos estímulos monetários ou se começará a agir somente perto do fim do ano.

O governo tem tomado várias medidas para conter a valorização da moeda norte-americana. Além das vendas de dólares no mercado futuro, o Banco Central (BC) retirou parte do compulsório sobre as apostas de que o dólar vai cair e eliminou restrições de prazos para que os exportadores financiem antecipações de pagamentos.

A equipe econômica também retirou barreira à entrada de capitais estrangeiros no país. O Ministério da Fazenda zerou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para os estrangeiros que aplicam em renda fixa no Brasil. Desde outubro de 2010, a alíquota em vigor era 6%. A venda de moeda estrangeira no mercado futuro também ficou isenta de IOF.

Fonte: Agência Brasil

Banco Central faz mais um leilão para conter a alta do dólar


O Banco Central (BC) fez ontem (25) mais um leilão para conter a alta do dólar e anunciou outra operação para hoje (26).

No leilão de swap cambial tradicional, equivalente à venda de dólares no mercado futuro, de hoje, foram negociados 20 mil contratos, no total de US$ 993 milhões. O vencimento será em 2 de janeiro de 2014.

Na operação marcada para amanhã, as condições são iguais às de hoje, ou seja, 20 mil contratos, com vencimento no dia 2 de janeiro do próximo ano.

As vendas de dólares ajudam a suavizar a alta da moeda estrangeira.

Fonte: Agência Brasil

Banco Central prossegue com leilões de dólar para estabilizar câmbio

O Banco Central (BC) fez mais um leilão de swap cambial tradicional, equivalente à venda de dólares no mercado futuro, ontem (22). A operação totalizou US$ 994,5 milhões.

Os 20 mil contratos ofertados, com vencimento em 2 de dezembro deste ano, foram negociados.

Os leilões de swap cambial são uma das ferramentas usadas pelo BC para neutralizar a instabilidade da moeda norte-americana. O governo também adotou outras medidas. Uma delas foi eliminar restrições de prazos para que os exportadores financiem pagamentos antecipados.

O BC também retirou o depósito compulsório sobre a posição vendida de câmbio. Com a medida, os bancos deixaram de recolher à autoridade monetária parte dos valores aplicados em apostas de que o dólar vai cair.

Além dessas medidas, o governo zerou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para os estrangeiros que aplicam em renda fixa no Brasil. Desde outubro de 2010, a alíquota em vigor era 6%. A venda de moeda estrangeira no mercado futuro também está isenta de IOF.

Fonte: Agência Brasil - notícia de 22.7.2013

Leia em: http://www.comexdata.com.br/index.php?PID=3003402#ixzz2ZwYQg4j7

Corte é crível e transparente, diz Mantega


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu ontem a política fiscal do governo e disse que ela contribui para aumentar a confiança na economia brasileira.
Na contramão de declarações recentes do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, de que a política fiscal do governo seria expansionista - ou seja, estaria contribuindo para aumentar a demanda na economia -, o ministro disse que a política é "neutra", de acordo com publicado na edição de hoje do jornal Folha de S. Paulo.

Fonte: Folha de S.Paulo