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Monteiro: Brasil pode aderir ao Tratado Transpacífico

Monteiro: Brasil pode aderir ao Tratado Transpacífico

Brasília (14 de outubro) - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, afirmou nesta quarta-feira que o Brasil pode aderir à Parceria Transpacífico (TTP), um tratado de livre comércio entre os Estados Unidos e 11 países do Pacífico, além de Chile, Peru e México.
"Podemos aderir, mas é preciso primeiro construir as bases e harmonizar o posicionamento dos países dentro do Mercosul", afirmou o ministro, após participar da cerimônia de comemoração de 50 anos do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos do Itamaraty.
Monteiro lembrou que o Brasil tem atuado para se aproximar dos países que formam a Aliança do Pacífico na América do Sul e citou como exemplo acordos firmados recentemente com Colômbia e Peru, bem como a desgravação do comércio com o Chile. Monteiro também citou o citou o acordo com o México, que deve quadruplicar o total de produtos com preferência tarifária.
O ministro afirmou que estes acordos fazem parte de uma estratégia de reposicionamento da política comercial brasileira, que envolve ainda intensificar o intercâmbio com os Estados Unidos e concluir o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia.
Monteiro reafirmou que Mercosul e União Europeia farão a troca de ofertas até o final do ano com vistas a concluir o acordo de livre comércio. O ministro explicou que um acordo entre os dois blocos vai propiciar um futuro entendimento com os membros do TTP.
Fonte: MDIC

Indústria automotiva brasileira vai exportar mais após acordo com a Colômbia

 Indústria automotiva brasileira vai exportar mais após acordo com a Colômbia

Brasília (14 de outubro) - Antonio Sérgio Martins Mello, vice-presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), disse que o acordo automotivo firmado entre Brasil e Colômbia injetará energia na indústria nacional. Mello representou a Anfavea durante seminário empresarial em Bogotá, na última sexta-feira (9), quando o ministro Armando Monteiro assinou o acordo automotivo.

“O acordo automotivo com a Colômbia é de grande importância para o Brasil e a indústria nacional. Ajuda o Brasil a recuperar a posição de exportador de veículos, que já representou um importante nicho de negócios para o país. O Brasil já chegou a exportar US$ 13 bilhões em um ano, com o recorde de 900 mil unidades exportadas. Com o passar do tempo, perdemos competitividade no comércio exterior e o Brasil retraiu suas exportações”, disse.

“O acordo com a Colômbia vem em boa hora, ajudando a indústria automotiva brasileira a recuperar mercados de exportação. A celebração do acordo automotivo injetará energia na indústria nacional, em um momento em que a economia precisa de impulso e boas notícias. Destaco o esforço empreendido pelo governo brasileiro liderado pelo ministro Armando Monteiro de destravar o processo de negociação que já se prolongava por mais de cinco anos”, afirmou Mello.
O acordo automotivo vai zerar as alíquotas do Imposto de Importação para automóveis de passageiros e comerciais leves de até 3,5 toneladas e prevê a concessão de 100% de preferência para os veículos dos dois países, com cotas anuais crescentes, gerando crescimento e empregos diretos e indiretos no setor automotivo.
O acordo envolveu a definição de cotas crescentes de exportação. No primeiro ano, a cota de exportações será de 12 mil unidades, no segundo ano, de 25 mil unidades, e a partir do terceiro ano, 50 mil unidades. O prazo de vigência do acordo é de 8 anos, podendo ser prorrogado nos termos definidos para o terceiro ano.
Segundo Mello, que também é diretor de Relações Institucionais da Fiat, a América Latina é um mercado natural para o Brasil, considerando as vantagens decorrentes da proximidade geográfica, e que por isso o acordo vai beneficiar todas as montadoras instaladas no país, que possui a maior indústria automotiva da América Latina e uma das maiores do mundo. 

“Também para a Fiat Chrysler Automóveis o acordo vem em boa hora. Temos produtos competitivos no mercado internacional, com destaque para o Jeep Renegade, um carro de classe mundial fabricado em Pernambuco. Este modelo venceu os mais rigorosos testes de segurança automotiva e é o carro mais seguro produzido no Brasil.  Pode ser exportado para o mundo todo”, concluiu.

Fonte: MDIC

Brasil vai alavancar comércio com EUA, diz Armando Monteiro

O Brasil deve ter em até dois anos um ganho expressivo no fluxo de comércio com os Estados Unidos, especialmente nas exportações brasileiras de manufaturados, após acordos que podem ser anunciados durante visita da presidente Dilma Rousseff ao país prevista para o fim deste mês, afirmou o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Novo ministro do Desenvolvimento, senador Armando Monteiro

Armando Monteiro disse também nesta segunda-feira que o Plano Nacional de Exportação a ser lançado este mês também vai alavancar as vendas externas para o mercado norte-americano.

O ministro explicou que a agenda com os Estados Unidos para a área de comércio está em fase final de programação e que os acordos podem ser anunciados após o encontro, dado que a visita de Estado "tem uma dimensão muito maior".

"O importante é que os dois governos reafirmem que essas áreas são importantes no plano das relações bilateriais. Esse sinal vamos ter de forma muito clara", disse ele a jornalistas depois de participar de um seminário na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Monteiro citou os setores de cerâmica, têxtil e máquinas e equipamentos como parte dessa agenda comercial.

Ele explicou que existe uma iniciativa dentro do governo de redirecionar o comércio exterior brasileiro, e que os Estados Unidos são uma prioridade. Segundo ele, as barreiras tarifárias não são empecilho para a ampliação das vendas externas brasileiras para os EUA, em média em 3,5 por cento. O maior desafio está na integração regulatória e nos empecilhos técnicos, não tarifários.

O Plano Nacional de Exportação será lançado no dia 23 de junho e, segundo Monteiro, faltam alguns detalhes para que ele seja finalizado. "Ainda precisamos negociar as coisas mais sensíveis ao ajuste (fiscal em curso)", afirmou. "Estamos pedindo um reforço por entender que é um instrumento muito importante para exportação de manufaturados e serviços", completou.

Fonte: Exame

Ivan Ramalho é novo secretário-executivo do MDIC

Depois de dois anos e quatro meses como alto representante geral do Mercosul, no Uruguai, o economista Ivan Ramalho volta comandar a Secretaria Executiva do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), cargo que ocupou de 2005 a 2010. Ivan Ramalho também foi secretário de Comércio Exterior do MDIC entre 2003 e 2006.  Além disso, foi presidente da Associação Brasileira de Empresas de Comércio Exterior (Abece) e membro do Conselho Superior da Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex)  e do Conselho de Administração da BNDES participações S.A (BNDESPAR). Foi funcionário do Banco do Brasil, do qual aposentou-se em 2003.

Fonte: MDIC

Carlos Gadelha é nomeado secretário de Desenvolvimento da Produção do MDIC

Carlos Augusto Grabois Gadelha é o novo secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A portaria de nomeação foi publicada no Diário Oficial da União de segunda-feira (19). Economista e Doutor em Economia pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ele é ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde. Gadelha ainda coordenou o Grupo Executivo do Complexo da Saúde e, no Plano Brasil Maior, o Conselho de Competitividade do Complexo da Saúde.
Na área internacional, promoveu a interação entre o Ministério da Saúde e a Fundação Gates - dos Estados Unidos - para o estímulo à pesquisa e à inovação, com foco nos países menos desenvolvidos, envolvendo vacinas, e  produção nacional para doenças como dengue e malária visando o mercado mundial. Outra atuação internacional foi a coordenação do Comitê Gestor Brasil-Cuba para a pesquisa, inovação e produção em saúde.
Gadelha também foi vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), entre 2007 e 2010; secretário Nacional do Programa de Desenvolvimento Regional do Ministério de Integração Nacional, de 2003 a 2006 - com foco no desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais (APLs); e coordenador do Grupo de Pesquisa sobre Complexo Industrial e Inovação em Saúde (GIS) da Friocruz.
Além da administração pública, novo secretário do MDIC também tem vasta experiência na área acadêmica. Ele também foi coordenador acadêmico do Mestrado em Política e Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde da Fiocruz, tendo publicado diversos livros e artigos científicos. Sua tese de doutorado foi sobre o tema “Desenvolvimento e Política Industrial”, com foco na inovação.
Fonte: MDIC

Aumentaram exportações em 12 estados em 2014

As exportações no ano de 2014 aumentaram em 12 Unidades da Federação na comparação com 2013. Roraima teve o maior crescimento percentual com alta de 139,74%. Ainda assim, as vendas da Região Norte decresceram 7,81%, com remessas de mercadorias no valor de US$ 17,597 bilhões, o que representou 7,82% do total de bens comercializado pelo Brasil com o mundo no ano (US$ 225,1 bilhões). Rondônia (4,01%), Tocantins (22,42%) e Amapá (2,21%) também registraram alta nas exportações, enquanto que os demais estados tiveram quedas: Pará (-10,05%), Amazonas (-10,81%) e Acre (-36,55%).
Na Região Sudeste, Rio de Janeiro (6,33%) e Espírito Santo (16,33%) tiveram crescimento de vendas ao mercado externo. Já em São Paulo, houve queda nos embarques de 8,39% e, em Minas Gerais, a retração foi de 12,31%. No total, as vendas regionais caíram 4,68%. O Sudeste exportou US$ 116,087 bilhões e foi responsável por 51,57% do total vendido pelo país no período.
A Região Sul vendeu ao exterior US$ 44,015 bilhões, o que representou 19,55% do total. Houve queda de 15,39% nas exportações. As vendas catarinenses cresceram 3,44%, mas retrocederam os embarques gaúchos (-25,50%) e paranaenses (-10,46%).
No Centro-Oeste, as exportações tiveram recuo de 3,61%. A região vendeu US$ 27,352 bilhões, o que equivale a 12,15% dos embarques nacionais. Somente o Distrito Federal registrou aumento nas exportações, de 25,82%, enquanto os demais estados tiveram redução: Mato Grosso (-6,44%), Goiás (-0,89%) e Mato Grosso do Sul (-0,21%).
As exportações nordestinas no ano apresentam queda de 7,85%. As vendas somam US$ 15,914 bilhões, valor correspondente a 7,07% das brasileiras. No Maranhão (19,37%), Ceará (3,57%), Piauí (58,16%) e Rio Grande do Norte (1,39%) houve aumento nas exportações. Já na Bahia (-7,75%), Pernambuco (-52,61%), Alagoas (-15,20%), Paraíba (-4,71%) e Sergipe (-7,80%) houve queda.  
Fonte: MDIC

Novo ministro do Desenvolvimento é pró-comércio exterior

Armando Monteiro Neto assume o posto prometendo ampliar oportunidades para empresas brasileiras no mercado externo, em vez de fechar o mercado nacional.

O novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, quer abrir novas frentes de comércio para os produtos brasileiros, especialmente os industrializados. “O mercado internacional nos oferece mais oportunidades do que ameaças”, afirmou nesta quarta-feira 7, em discurso durante a cerimônia de transmissão de cargo. Parece um pouco óbvio - afinal, o objetivo da pasta é justamente o de fomentar o comércio - mas difere radicalmente da postura adotada no primeiro da presidenta Dilma Rousseff.

Nos últimos anos, tudo o que o governo fez foi tentar proteger o mercado consumidor brasileiro. Como chegou a dizer o ex-ministro Fernando Pimentel, ao anunciar o Inovar Auto, o programa que elevou em 30 pontos percentuais o imposto para carros importados e está sendo questionado na Organização Mundial de Comércio (OMC), “o mercado brasileiro deve ser aproveitado pelas empresas brasileiras.”

Monteiro, em seu primeiro discurso no cargo, deu sinais de que vai buscar qualificar a indústria brasileira para competir lá fora. “O mercado é o grande tribunal da competitividade”, afirmou. Prometeu também fortalecer os canais de representação empresarial junto ao governo e ouvir o setor privado. A falta de interlocução foi a maior reclamação dos empresários na gestão Pimentel, atenuada com a entrada de Mauro Borges, no ano passado. Borges passou a ouvir os empresários, mas não tinha força política para levar as demandas a Dilma.

Monteiro, que já foi presidente da Confederação Nacional da Indústria e é senador pelo PTB de Pernambuco (agora licenciado) promete agir de maneira diferente. Anunciou, para as próximas semanas, um plano nacional de exportações, que será elaborado com participação do setor privado. É preciso esperar a prática. Mas o discurso, pelo menos, já evoluiu.

Por: Denize Bacoccina - Via: http://www.istoedinheiro.com.br/

Armando Monteiro Neto toma posse hoje como ministro (MDIC)

Uma grande comitiva de pernambucanos foi à Brasília, assistir à posse de Armando Monteiro Neto no Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, que aconteceu no auditório do Banco Central.

Crédito: Nando Chiappetta/DP/ D. A Press.

Também estavam presentes importantes lideranças empresariais nacionais. Pelo menos 500 pernambucanos confirmaram presença. Depois da cerimônia, o novo ministro recebeu alguns amigos mais chegados para jantar no restaurante Francisco. Entre os que prestigiaram a posse, está o presidente dos Diarios Associados do Nordeste, Joezil Barros.