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Anamélia Soccal Seyffarth é nova secretária-executiva da Camex

Foi publicada no Diário Oficial da União, a nomeação de Anamélia Soccal Seyffarth para a Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), presidida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). 
Natural de Santa Maria (RS), formada em Economia pela Universidade de Brasília (UnB), Anamélia é Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, carreira do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Ela ocupava o cargo de assessora especial da Camex desde março de 2004. 
Também foi coordenadora-geral de Integração da Secretaria de Assuntos Internacionais (Sain) do Ministério da Fazenda (MF) e economista do Grupo de Estudos Técnicos (Getec) da Subsecretaria de Assuntos Econômicos, Integração e de Comércio Exterior do Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Mais informações para imprensa:Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7117 e 2027-7320
ascom@mdic.gov.br

OMC decide contra restrições às importações impostas por Argentina, dizem EUA

A Organização Mundial do Comércio (OMC) confirmou que a Argentina perdeu ação apresentada por Estados Unidos, União Europeia e Japão contra regras de licenciamento usadas pelo país sul-americano para restringir importações, informou o representante comercial norte-americano nesta quinta-feira.

O representante comercial dos EUA disse que a OMC manteve um relatório anterior de seu painel que afirmava que as exigências de licenciamento de importação da Argentina e outras restrições ferem as regras do comércio internacional.

"Os Estados Unidos comemoram as conclusões da OMC nessa disputa", disse o representante comercial dos EUA, Michael Froman, em comunicado. "As medidas protecionistas da Argentina impactam um segmento amplo de exportações dos EUA, afetando potencialmente bilhões de dólares em exportações dos EUA a cada ano que sustentam empregos de alta qualidade da classe média norte-americana."

Fonte: Reuters - notícia de 15.1.2015


Leia em: http://www.comexdata.com.br/index.php?PID=3004712#ixzz3PGZFkcsD

Camex reduz Imposto de Importação de insumos para indústria

Foi publicada no dia 16.1.2015, no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução Camex n° 2/2015, que reduz por tempo determinado as alíquotas para compras no exterior de seis insumos industriais por razões de abastecimento.

As chapas e tiras de ligas de alumínio em bobinas, classificadas no código 7606.12.90 da Nomenclatura do Mercosul (NCM), tiveram o Imposto de Importação reduzido de 12% para 2%, por 12 meses, para uma cota de 2 mil toneladas. O produto é utilizado na fabricação de chapas para impressão de livros, revistas, embalagens, entre outras aplicações.

O sulfato de bário (NCM 2833.27.10), insumo para fabricação de papéis, tintas em pó e líquidas, teve alíquota diminuída de 10% para 2%, por 12 meses, com cota de 10 mil toneladas.

O item anilina e seus sais (NCM 2921.41.00) teve redução de 12% para 2% por 12 meses para uma cota de 7.500 toneladas. A anilina é matéria-prima do MDI (difenilmetano diisocianato) monomérico e polimérico, que é um componente de espumas de poliuretano. Também é usado na fabricação de produtos químicos agrícolas, resinas sintéticas, vernizes, estabilizadores para a indústria do látex, herbicidas e explosivos.

O óxido de titânio (NCM 2823.00.10) teve alteração de imposto de 10% para 2%, por 12 meses, com cota de 8 mil toneladas. Ele é utilizado na cadeia de fibras e filamentos químicos (poliéster, viscose, poliamida e acetato de celulose), para dar opacidade aos produtos que passam por processo de tinturaria.

O sulfato dissódico anidro (NCM 2833.11.10) terá redução tarifária a partir de 13 de abril de 2015, de 10% para 2%, por seis meses, para uma cota de 425 mil toneladas. Este tipo de sulfato tem diversas aplicações industriais como produção de papel, vidros, detergentes e corantes para tecidos.

E o óleo de palmiste (NCM  1513.29.10) terá o imposto reduzido a partir de 17 de abril de 2015. A alteração será de 10% para 2%, por seis meses, para uma cota de 116.157 toneladas. O óleo de palmiste é muito utilizado pela indústria alimentícia e na fabricação de cosméticos, sabões, sabonetes e detergentes. Assim como outros óleos vegetais, também pode ser usado para produção de biodiesel para motores de combustão interna.

As reduções de imposto têm por base a Resolução nº 08/08 do Grupo Mercado Comum do Mercosul (GMC) sobre ações pontuais por razões de abastecimento. A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), editará norma complementar, para estabelecer os critérios de alocação da cota para importação com redução de imposto.

Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7117 e 2027-73320
Mara Schuster
mara.schuster@mdic.gov.br

Fonte: MDIC - notícia de 16.1.2015

Leia em: http://www.comexdata.com.br/index.php?PID=3004713#ixzz3PGZBUY7d

16/01/2015 - Notícia Siscomex Exportação nº 047/2015

Com base na Lei 5197/1967, Decreto 3607/2000 e Portaria IBAMA 93/1998, informamos alterações em tratamentos administrativos aplicados a exportações de produtos sujeitos a anuência prévia do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, conforme segue:

+ Inclusão de Anuência:
NCM 02.10.9900-03 - Exceto de espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98;
NCM 05.02.9010-01 - Exceto de espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98;
NCM 05.02.9020-01 - Exceto de espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98;
NCM 13.02.1999-03 - De espécies constantes nos apêndices da CITES;
NCM 15.21.1000-02 - De espécies constantes nos apêndices da CITES;
NCM 57.01.1011-01 - Exceto de espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98;
NCM 57.01.1012-01 - Exceto de espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98;
NCM 57.01.1020-01 - Exceto de espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98.

+ Alteração de Descrição de Destaque:
NCM 01.06.4100-01;
Descrição Atual: Animais domésticos, conforme portaria IBAMA 93/98
Nova Descrição: Exceto APIS MELLIFERA, conforme Portaria IBAMA 93/98

NCM 01.06.4900-01;
Descrição Atual: Animais domésticos, conforme portaria IBAMA 93/98
Nova Descrição:  Exceto espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98

NCM 05.11.9999-01;
Descrição Atual: Asas de Borboleta
Nova Descrição: Exceto espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98

NCM 05.11.9999-01:
Descrição Atual: Somente vivos
Nova Descrição: Exceto constantes nos apêndices da CITES

Atenciosamente,
Departamento de Operações de Comércio Exterior

16/01/2015 - Notícia Siscomex Importação nº 7/2015

Com base no Decreto 1812/1996, informamos alterações em tratamentos administrativos aplicados a importações de produtos sujeitos a anuência prévia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, conforme segue:

+ Inclusão de Anuência (vigência a partir de 19/01/15):
NCM 35.02.2000 - Dest. 021 - Para uso na indústria alimentícia.

Atenciosamente,
Departamento de Operações de Comércio Exterior

16/01/2015 - Notícia Siscomex Importação nº 6/2015

Com base na Lei 5197/1967, Decreto 3607/2000 e Portaria IBAMA 93/1998, informamos alterações em tratamentos administrativos aplicados a importações de produtos sujeitos a anuência prévia do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, conforme segue:

+ Inclusão de Anuência (vigência a partir de 19/01/15):

NCM 03.06.2990 - Dest. 001 - Espécimes Vivos;
NCM 03.07.7100 - Dest. 002 - Espécimes Vivos;
NCM 03.07.8100 - Dest. 001 - Espécimes Vivos;
NCM 03.08.9000 - Dest. 002 - Espécimes Vivos;
NCM 05.10.0090 - Dest. 002 - Exceto de espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98;
NCM Posição 51.03 - Dest. 002 - Exceto de espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98;
NCM Posição 51.09 - Dest. 002 - Exceto de espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98;
NCM Posição 51.10 - Dest. 002 - Exceto de espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98;
NCM 9403.60.00 - Dest. 002 - De espécies constantes nos apêndices da CITES.

+ Alteração de Descrição (vigência imediata):

NCM 02.08.1000 - Dest. 001;
NCM 02.08.6000 - Dest. 001;
NCM 02.08.9000 - Dest. 001;
NCM 02.10.9900 - Dest. 001;
Nova Descrição: Exceto espécies domésticas, conforme Portaria IBAMA 93/98.

Atenciosamente,
Departamento de Operações de Comércio Exterior

14/01/2015 - Notícia Siscomex Importação nº 5/2015

Em 22/12/2014 foi implantada nova versão do Siscomex Importação Web, a qual possibilita o envio e a recuperação em lote de declarações, por meio de arquivos "xml".

Na nova versão é possível:

- transmitir DI/DSI em lote, via arquivo "xml"

- recuperar os dados de DI/DSI registradas, em formato "xml"

- recuperar o diagnóstico da transmissão de DI/DSI, em formato "xml"

A documentação de referência para a produção dos arquivos "xml" das solicitações de DI/DSI está disponível na "Visão Geral do módulo Siscomex Declaração de Importação Web" do ajuda do sistema Siscomex Importação Web. Como ferramenta de auxílio à adaptação dos importadores, a aplicação possibilita a geração de arquivos "xml" prontos para transmissão, a partir de solicitações de DI/DSI preenchidas da forma tradicional no sistema.

A RFB manterá ativada as funcionalidades do Siscomex Client (VB), sob sua responsabilidade, até 31/03/2015. Após esta data, o registro de declarações em lote somente será possível por meio do Siscomex Importação Web, com a utilização de arquivos "xml".

As funcionalidades do Siscomex Importação (VB) sob gestão da Secex serão desativadas na data em que essa definir.

Coordenação-Geral de Administração Aduaneira

08/01/2015 - Notícia Siscomex Importação nº 2/2015

Com base na Portaria Secex nº 23/2011, informamos que, a partir de 08/01/2015, as importações dos produtos classificados na NCM 5510.11.00 estarão dispensadas do tratamento administrativo de licenciamento não automático com anuência do Decex delegada ao Banco do Brasil.

Departamento de Operações de Comercio Exterior

Fonte: Portal Siscomex

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA - JANEIRO 2015 – 1ª e 2ª semanas

RESULTADOS GERAIS
Nas duas primeiras semanas de janeiro de 2015, que totalizaram seis dias úteis, a balança comercial registrou déficit de US$ 983 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,854 bilhões e importações de US$ 4,837 bilhões.

ANÁLISE DO MÊS
Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de janeiro/2015 (US$ 642,3 milhões) com a de janeiro/2014 (US$ 728,5 milhões), houve retração de 11,8%, em razão da queda de 33,2% das exportações de bens manufaturados (de US$ US$ 277,1 milhões para US$ 185,0 milhões, atribuída notadamente a tubos de ferro fundido, automóveis de passageiros, motores para veículos e partes, autopeças, motores e geradores elétricos, etanol, veículos de carga, calçados, aviões e óleos combustíveis) e ao recuo de 2,5% em básicos (de US$ 313,3 milhões para US$ 305,3 milhões, em virtude de quedas em minério de ferro, carne suína, arroz em grãos, fumo em folhas, carnes salgadas, carne bovina, carne de peru e soja em grão). De outra parte, houve aumento de 12,4% nas vendas de bens semimanufaturados (de US$ 114,2 milhões para US$ 128,4 milhões, pelos acréscimos de óleo de dendê em bruto, ouro em forma semimanufaturada, semimanufaturados de ferro ou aço, óleo de soja em bruto e ferro fundido). Relativamente a dezembro/2014, a queda foi 19,2%, em virtude do declínio nas vendas de produtos manufaturados (-40,9%, de US$ 313,1 milhões para US$ 185,0 milhões) e de básicos (-12,0%, de US$ 347,0 milhões para US$ 305,3 milhões). Já as vendas de produtos semimanufaturados registraram crescimento de 12,4%, de US$ 114,3 milhões para US$ 128,4 milhões.

Nas importações, a média diária até a segunda semana de janeiro/2015, de US$ 806,2 milhões, ficou 11,7% abaixo da média de janeiro/2014 (US$ 913,4 milhões). Nesse comparativo, recuaram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-51,8%), adubos e fertilizantes (-28,4%), veículos automóveis e partes (-23,7%), equipamentos mecânicos (-20,3%), produtos farmacêuticos (-19,4%), borracha e obras (-16,1%) e equipamentos elétricos/eletrônicos (-14,2%). Ante a dezembro/2014, houve aumento de 3,1%, pelos acréscimos em aeronaves e peças (+78,3%), alumínio e obras (+73,2%), produtos siderúrgicos (+55,6%), plásticos e obras (+30,1%), borracha e obras (+23,9%) e equipamentos elétricos/eletrônicos (+21,5%).

SECEX/DEAEX - via: Aeb.org.br

09/01/2015 - Notícia Siscomex Importação nº 4/2015

Comunicamos aos operadores de comércio exterior a publicação de nova versão do manual do sistema Visão Integrada.

O ponto 7.2 do Anexo I explicita a necessidade de vinculação do dossiê de importação a pelo menos uma licença de importação, por meio de funcionalidade específica do sistema, para que os documentos anexados possam ser efetivamente recebidos e analisados por este Departamento.
Departamento de Operações de Comércio Exterior

Fonte: Portal Siscomex

Novo ministro do Desenvolvimento é pró-comércio exterior

Armando Monteiro Neto assume o posto prometendo ampliar oportunidades para empresas brasileiras no mercado externo, em vez de fechar o mercado nacional.

O novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, quer abrir novas frentes de comércio para os produtos brasileiros, especialmente os industrializados. “O mercado internacional nos oferece mais oportunidades do que ameaças”, afirmou nesta quarta-feira 7, em discurso durante a cerimônia de transmissão de cargo. Parece um pouco óbvio - afinal, o objetivo da pasta é justamente o de fomentar o comércio - mas difere radicalmente da postura adotada no primeiro da presidenta Dilma Rousseff.

Nos últimos anos, tudo o que o governo fez foi tentar proteger o mercado consumidor brasileiro. Como chegou a dizer o ex-ministro Fernando Pimentel, ao anunciar o Inovar Auto, o programa que elevou em 30 pontos percentuais o imposto para carros importados e está sendo questionado na Organização Mundial de Comércio (OMC), “o mercado brasileiro deve ser aproveitado pelas empresas brasileiras.”

Monteiro, em seu primeiro discurso no cargo, deu sinais de que vai buscar qualificar a indústria brasileira para competir lá fora. “O mercado é o grande tribunal da competitividade”, afirmou. Prometeu também fortalecer os canais de representação empresarial junto ao governo e ouvir o setor privado. A falta de interlocução foi a maior reclamação dos empresários na gestão Pimentel, atenuada com a entrada de Mauro Borges, no ano passado. Borges passou a ouvir os empresários, mas não tinha força política para levar as demandas a Dilma.

Monteiro, que já foi presidente da Confederação Nacional da Indústria e é senador pelo PTB de Pernambuco (agora licenciado) promete agir de maneira diferente. Anunciou, para as próximas semanas, um plano nacional de exportações, que será elaborado com participação do setor privado. É preciso esperar a prática. Mas o discurso, pelo menos, já evoluiu.

Por: Denize Bacoccina - Via: http://www.istoedinheiro.com.br/

COMÉRCIO EXTERIOR NO RADAR DAS SEGURADORAS

A corrente de comércio brasileira (soma das exportações com importações) registrou US$ 454.132 bilhões em 2014, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). As exportações somaram  US$ 225.101 bi e as importações US$ 229,031 bi. O resultado do ano mostrou uma queda de 5,74% em relação a 2013, e as previsões para 2015 são incertas. Mesmo assim, os números são expressivos e desperta muita atenção do mercado de seguros que ainda é incipiente no comércio internacional.
Durante anos, as companhias de seguros praticamente desprezaram o comércio exterior, e preferiram concentrar seus investimentos em seguros populares e massificados, que são muito maiores e apresentam receitas mais rapidamente. As seguradoras gastam milhões de reais em campanhas de marketing e divulgação de seus produtos, mas nada midiático sobre o seguro de transporte internacional, um ramo diferenciado, sofisticado e, considerado o mais nobre de seguro.
Em 2014, os prêmios de seguro de transporte internacional representou menos de 0,5% da totalidade dos prêmios arrecadados em todos os ramos. Essa participação inexpressiva do ramo de transporte internacional não corresponde à potencialidade do comércio exterior brasileiro, e se justifica pela falta de investimentos das seguradoras no segmento, falta de criação de produtos e ações que elevem a cultura do seguro e mostre seus benefícios.
Com o elevado nível de competitividade nos seguros massificados, as seguradoras buscam novos nichos de mercado e o ramo de transporte internacional começa a despertar o interesse daquelas com pretensões em aproveitar as oportunidades que comércio exterior oferece.
As seguradoras são muito bem vindas ao comex, há um oceano de oportunidades, principalmente para aquelas que têm algo diferente a oferecer a um setor onde muitos importadores e exportadores realizam suas operações de compra e venda sem seguro, ou contratam pouco. Entretanto, não basta apenas vender o seguro tradicional com taxa menor que de outras seguradoras, um erro já cometido por algumas que se aventuraram no ramo e posteriormente se retiraram por falta de estratégias corretas.
As seguradoras que desejarem participar ou aumentar seus negócios no ramo de transporte internacional, precisam ser cuidadosas na avaliação de riscos e experiências anteriores, diferenciar tamanho de clientes e volume de negócios, estabelecer regras de gerenciamento de riscos específicas e precificar corretamente os seguros. Além disso, é preciso inovar, criar novos produtos e novas coberturas, investir fortemente em marketing e identificar a forma de distribuição com corretores de seguros especializados e capacitados.
O seguro de transporte é muito complexo, com características únicas, e exige do corretor de seguros não só conhecimentos das condições do seguro e legislação securitária, mas também sobre convenções e tratados internacionais, direitos e obrigações, dominar o Incoterms e entender à aplicabilidade das leis e código de defesa do consumidor nos contratos de seguros.
Aparecido Mendes Rocha, especialista em seguros internacionaisFonte: Blog do Rocha

Armando Monteiro Neto toma posse hoje como ministro (MDIC)

Uma grande comitiva de pernambucanos foi à Brasília, assistir à posse de Armando Monteiro Neto no Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, que aconteceu no auditório do Banco Central.

Crédito: Nando Chiappetta/DP/ D. A Press.

Também estavam presentes importantes lideranças empresariais nacionais. Pelo menos 500 pernambucanos confirmaram presença. Depois da cerimônia, o novo ministro recebeu alguns amigos mais chegados para jantar no restaurante Francisco. Entre os que prestigiaram a posse, está o presidente dos Diarios Associados do Nordeste, Joezil Barros.

Comentario sobre a simplificação no uso do drawback suspensão

As empresas que utilizam a modalidade suspensão do drawback poderão substituir os insumos adquiridos através do Drawback  por mercadorias equivalentes compradas sem o benefício para comprovação das exportações vinculadas ao regime. A permissão elimina a obrigação de controles segregados de estoques físicos por parte das empresas beneficiárias e reduz custos de acesso à desoneração.

“Esta medida visa facilitar o uso do drawback sem alterar o controle e a fiscalização do regime. Trata-se do primeiro passo do processo de reforma do drawback, após consulta e intenso diálogo com os usuários e em atendimento ao pleito feito por eles”, explicou o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Daniel Godinho, que destacou ainda a importância do incentivo. “Para cada dólar importado ao amparo do regime, as empresas brasileiras exportam seis dólares. Este dado por si só mostra a importância do drawback para a agregação de valor e a competitividade exportadora brasileira”, comentou.

Por meio do drawback suspensão, as aquisições de insumos, sejam importados ou nacionais, a serem empregados na industrialização de produtos de exportação se dão com a suspensão de tributos – II, IPI, PIS/COFINS e ICMS (na importação). Com a exportação do produto final, a suspensão se converte em isenção. Por evitar o pagamento de tributos que depois geram direito a créditos, o drawback preserva, desta forma, o caixa das empresas.
Em 2013, o mecanismo apoiou exportações que somam um montante superior a US$ 50 bilhões e, de janeiro a julho deste ano, já se contabiliza mais de US$ 30 bilhões em vendas externas beneficiadas. Aproximadamente 75% dos produtos exportados ao amparo do regime são industrializados. A utilização entre diversos setores manufatureiros também corresponde a mais da metade do volume exportado, como, por exemplo: automóveis (67,24%), produtos químicos inorgânicos (69,46%), veículos de carga (61,77%), pneumáticos e câmaras de ar (59,65%) e tratores (77,80%).

A aplicação da medida, regulamentada pela Portaria Conjunta n° 1.618 da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do  MDIC e da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), retroage a edição da Medida Provisória nº 497/2010.

Outra flexibilidade concedida aos usuários foi a possibilidade de vincular as exportações aos atos concessórios do drawback após o embarque das mercadorias. Com essa mudança, simplifica-se o cumprimento de obrigação pelas empresas, sem que isso implique perda do necessário controle governamental sobre o regime. As vinculações poderão ser feitas na vigência do ato concessório e até 60 dias após o término do prazo de validade.

Há ainda novidade relacionada aos laudos técnicos que descrevem os processos produtivos de exportação e que atestam a relação quantitativa entre insumos e produtos que os compõem. Com objetivo de reduzir os custos para confecção destes documentos e agilizar o exame deles pelo governo, a Secex passou a admitir que um mesmo documento ampare a análise de distintos atos concessórios de uma empresa e que um laudo técnico setorial sirva como base para análise de diferentes beneficiários.

Fonte: MDIC

Chocolate brasileiro faz sucesso em feira na França

A 20ª edição do Salon du Chocolat, principal evento do setor de chocolate no mundo, realizou-se de 29 de outubro a 2 de novembro, em Paris.
O Setor de Promoção Comercial (SECOM) da Embaixada do Brasil em Paris apoiou institucional e operacionalmente a participação brasileira no evento, em estande de 99 m2, coordenado pela Associação dos Produtores de Cacau do Sul da Bahia (APC); pelo Instituto Biofábrica de Cacau, organização vinculada ao Governo do Estado da Bahia e que produz mudas de cacau; e pela Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção do Governo do Pará.
O estande foi dividido em três ambientes: balcão de atendimento ao público, business lounge e sala de reunião, para encontros mais reservados.
A participação brasileira no evento foi bastante positiva, segundo o Diretor-Geral do Instituto Biofábrica, Marco Lessa, que aventou a possibilidade de se trabalhar cada vez mais a imagem da sustentabilidade ambiental e social do plantio do cacau brasileiro, cuja qualidade tem sido cada vez mais reconhecida mundialmente por profissionais do setor.
Um exemplo dessa realidade é o caso da empresa baiana Mendoá Chocolates, que participou das quatro últimas edições do Salão sob o pavilhão institucional brasileiro e que, neste ano, contou com estande próprio de aproximadamente 80 m2.
Durante o evento, a Mendoá efetuou mais de cinquenta contatos com representantes comerciais, com distribuidores, com gestores de compra de lojas interessadas em vender o chocolate na Europa, na Ásia e no Oriente Médio, com chocolatiers e com representantes de indústrias interessadas em comprar amêndoas e massa de cacau da fazenda da empresa, sediada em Ilhéus (BA).
Salon du Chocolat ocorre anualmente, em espaço de 20.000 m2, e reúne cerca de duzentos expositores de diversos países.
Fonte: MRE